Tuesday, February 26, 2019

3 passos essenciais para o diferencial competitivo na advocacia

Ser reconhecido e frequentemente contratado pelo chamado “diferencial competitivo na advocacia” pode garantir o seu sucesso no meio jurídico. E isto nada mais é do que um conjunto de hábitos, métodos e ferramentas utilizadas no seu negócio para diferenciá-lo dos demais.

Afinal, no mundo do empreendedorismo saber se destacar é mais do que uma condição de sobrevivência. É garantir a possibilidade de permanência e progresso do seu negócio.

Se diferenciar é importante!

Não para de crescer o número de consumidores exigentes que procuram produtos e serviços que estejam acima do padrão oferecido no mercado. Uma regra que se aplica a todo e qualquer segmento.

E no direito isso não é diferente. Os escritórios e profissionais que entendem a necessidade de se adotar técnicas e ferramentas de trabalho que ofereçam um diferencial competitivo na advocacia são os que se destacam de verdade no mercado jurídico.

O advogado que aprende a se diferenciar daquilo que os clientes já estão acostumados, tende a deixar de “sobreviver” da advocacia para começar a “viver”, de forma abundante, dos seus resultados e do prazer pelo seu ofício.

Sem clichê pessoal! Neste artigo eu vou apresentar para vocês três pilares para que você construa o seu diferencial competitivo na advocacia. E quem está falando para vocês é colega um advogado que chegou no mercado sendo obrigado a apresentar um diferencial competitivo e reinventar-se profissionalmente.

Afinal de contas, abrir mão da estabilidade do serviço público e encarar o início da advocacia em cima de uma cadeira de rodas, precisando do auxílio de terceiros e sem mexer nenhum dos dedos das mãos para peticionar, foi um desafio que me fez raciocinar a necessidade de ser literalmente diferente no mercado jurídico.

3 passos para o seu diferencial competitivo na advocacia

Não apenas tome nota, mas sinta-se desafiado a começar a aplicar desde já as técnicas a seguir para garantir um diferencial competitivo na advocacia!

Elas podem parecer claras e simples, mas muitos operadores do direito ainda ignoram, o que acaba contribuindo para o fracasso profissional e para uma imagem negativa da advocacia. Confira:

1. Qualidade, frequência e proximidade na comunicação com o cliente

O primeiro passo para a construção do seu diferencial competitivo na advocacia é entender o que o padrão oferecido no mercado está fazendo de errado. E, é claro, caminhar na contramão do fracasso.

Sem dúvidas o maior motivo da perda de clientela de muitos colegas advogados e do fechamento de portas de diversos escritórios são as falhas e ruídos na comunicação com o cliente.

Parece fácil, mas muitos profissionais ainda não conseguiram fazer a leitura mercadológica de que, no empreendedorismo jurídico, saber construir uma relação de amizade e confiança com quem paga os seus honorários é elemento chave para o sucesso.

Não seja aquele profissional que desaparece depois da assinatura do contrato. Que raramente atende telefone e que se esconde em sua sala enquanto os estagiários assumem o dever de responder os seus clientes. Entenda que a qualidade da comunicação é mais importante do que os próprios resultados jurídicos pretendidos pelo seu trabalho. Isso antes, durante e depois do contrato!

Seja frequente em seus feedbacks, não espere o cliente te procurar. Mantenha a transparência sobre tudo o que acontece naquele caso ou processo. E sempre que possível, em termos de comunicação, aplique a regra do faça você mesmo.

O cliente gosta de conversar e ser ouvido pelo mesmo profissional que conquistou a sua confiança no início da relação contratual. Isso mantém as portas abertas para a fidelização e para futuras indicações de clientes.

Quer ficar expert nesse assunto? Se inscreva gratuitamente no portal O Futuro da Advocacia! São várias trilhas temáticas com e-mails, vídeos e artigos gratuitos! 😉

Quero conhecer o portal o futuro da advocacia

2. Compartilhamento constante de conhecimento e resultados

É o famoso ditado “quem não é visto não é lembrado”. Você pode ser muito bom no que faz, mas se guardar todo o conhecimento adquirido para si mesmo e não souber disseminar os seus resultados para o público certo, estará longe de consolidar um forte hábito na construção do seu diferencial competitivo na advocacia.

É importante que o seu público-alvo conheça e reconheça tanto a sua capacidade profissional, quanto os resultados que você possa alcançar. É aqui você se diferencia como especialista em determinado ramo do direito ou nicho de mercado.

Se você quer se destacar na sua área de atuação, os seus futuros clientes precisam saber o que faz o seu trabalho ser diferente dos outros.

Para isso existem várias ferramentas e caminhos que você pode adotar para se diferenciar, além de contribuir na construção da sua autoridade na advocacia. Desde o uso inteligente das redes sociais e blogs até a criação de conteúdos diversos com resultados obtidos pelo próprio escritório.

Mas lembre-se de ser original! Entenda que o diferencial competitivo na advocacia é notado nos mínimos detalhes. O cliente prefere um advogado que fala com propriedade de um conteúdo próprio, do que o colega que vive compartilhando posts da página do CNJ na internet.

3. Tecnologia na gestão da advocacia

Ainda existem milhares de colegas advogados adeptos ao mundo do papel e das planilhas do excel. Nada contra! Inclusive muitos profissionais já obtiveram grandes resultados e construíram uma carreira de sucesso antes da era digital.

Mas assim como as relações sociais se transformaram dentro do atual mundo virtual, a advocacia também evoluiu. E quem busca ser reconhecido pelo seu diferencial competitivo na advocacia precisa sair do tradicional e andar de braços dados com a tecnologia na gestão do seu negócio. Quem resistir a isso, infelizmente, mais cedo ou mais tarde, vai encerrar a carreira na temida “vala comum”.

Não estou dizendo para aposentar de vez a papelada do seu escritório, nada disso. Mas entenda que implementar ferramentas tecnológicas na gestão da advocacia, enquanto negócio, vão te dar maior controle e segurança para o seu ofício, bem como permitir a melhor organização do tempo e otimizar a aplicação dos dois pilares anteriores: a qualidade na comunicação com seus clientes e o compartilhamento de conhecimento e resultados.

Exemplo disso é a adoção de um bom software jurídico que permita a gestão da sua advocacia por completo. Aqui no escritório usamos o Astrea como principal ferramenta para controle de casos e processos, agenda e prazos, organização e delegação de tarefas e até gestão financeira.

Como consequência, otimizamos o tempo de trabalho e a nossa comunicação com feedback para os clientes tornou-se bem mais célere, pois temos o escritório na palma das mãos.

Não fique apenas na leitura. Coloque em prática!

Em oportunidades anteriores já contei um pouco da minha trajetória profissional para vocês. Encarar a advocacia particular na condição de tetraplegia exigiu que eu encontrasse rapidamente um diferencial competitivo no mercado jurídico.

Depois que eu defini o nosso nicho de mercado, o público que queríamos alcançar e as áreas de atuação, passamos a priorizar os três pilares citados aqui neste texto. O de dar a atenção que os clientes merecem. De construir a nossa autoridade por meio do compartilhamento de conhecimento e da divulgação de resultados. E de adotar ferramentas de tecnologia para empreender na advocacia.

A título de exemplo, hoje estamos sediados em Belo Horizonte, via escritório virtual, ainda novos no mercado. Mas já temos o privilégio de atender constantemente clientes de todo o Brasil. Pessoas e empresas que pagam por uma consultoria jurídica online, por videoconferência, porque encontram em nosso trabalho algo de diferente.

O que leva um cliente de outra cidade ou estado a optar pelos nossos serviços, em detrimento de outros profissionais da sua região? A resposta está justamente no diferencial competitivo já reconhecido pelo nosso público-alvo.

Bom, se você chegou até aqui na leitura deste artigo é sinal que você também está buscando evoluir. Então prossiga colocando as dicas em prática! O que você tem feito para se destacar e não ser apenas mais um advogado no mercado jurídico? Deixe a sua resposta nos comentários! 😉


3 passos essenciais para o diferencial competitivo na advocacia publicado primeiro em: https://www.aurum.com.br/blog/

3 passos essenciais para o diferencial competitivo na advocacia

Ser reconhecido e frequentemente contratado pelo chamado “diferencial competitivo na advocacia” pode garantir o seu sucesso no meio jurídico. E isto nada mais é do que um conjunto de hábitos, métodos e ferramentas utilizadas no seu negócio para diferenciá-lo dos demais.

Afinal, no mundo do empreendedorismo saber se destacar é mais do que uma condição de sobrevivência. É garantir a possibilidade de permanência e progresso do seu negócio.

Se diferenciar é importante!

Não para de crescer o número de consumidores exigentes que procuram produtos e serviços que estejam acima do padrão oferecido no mercado. Uma regra que se aplica a todo e qualquer segmento.

E no direito isso não é diferente. Os escritórios e profissionais que entendem a necessidade de se adotar técnicas e ferramentas de trabalho que ofereçam um diferencial competitivo na advocacia são os que se destacam de verdade no mercado jurídico.

O advogado que aprende a se diferenciar daquilo que os clientes já estão acostumados, tende a deixar de “sobreviver” da advocacia para começar a “viver”, de forma abundante, dos seus resultados e do prazer pelo seu ofício.

Sem clichê pessoal! Neste artigo eu vou apresentar para vocês três pilares para que você construa o seu diferencial competitivo na advocacia. E quem está falando para vocês é colega um advogado que chegou no mercado sendo obrigado a apresentar um diferencial competitivo e reinventar-se profissionalmente.

Afinal de contas, abrir mão da estabilidade do serviço público e encarar o início da advocacia em cima de uma cadeira de rodas, precisando do auxílio de terceiros e sem mexer nenhum dos dedos das mãos para peticionar, foi um desafio que me fez raciocinar a necessidade de ser literalmente diferente no mercado jurídico.

3 passos para o seu diferencial competitivo na advocacia

Não apenas tome nota, mas sinta-se desafiado a começar a aplicar desde já as técnicas a seguir para garantir um diferencial competitivo na advocacia!

Elas podem parecer claras e simples, mas muitos operadores do direito ainda ignoram, o que acaba contribuindo para o fracasso profissional e para uma imagem negativa da advocacia. Confira:

1. Qualidade, frequência e proximidade na comunicação com o cliente

O primeiro passo para a construção do seu diferencial competitivo na advocacia é entender o que o padrão oferecido no mercado está fazendo de errado. E, é claro, caminhar na contramão do fracasso.

Sem dúvidas o maior motivo da perda de clientela de muitos colegas advogados e do fechamento de portas de diversos escritórios são as falhas e ruídos na comunicação com o cliente.

Parece fácil, mas muitos profissionais ainda não conseguiram fazer a leitura mercadológica de que, no empreendedorismo jurídico, saber construir uma relação de amizade e confiança com quem paga os seus honorários é elemento chave para o sucesso.

Não seja aquele profissional que desaparece depois da assinatura do contrato. Que raramente atende telefone e que se esconde em sua sala enquanto os estagiários assumem o dever de responder os seus clientes. Entenda que a qualidade da comunicação é mais importante do que os próprios resultados jurídicos pretendidos pelo seu trabalho. Isso antes, durante e depois do contrato!

Seja frequente em seus feedbacks, não espere o cliente te procurar. Mantenha a transparência sobre tudo o que acontece naquele caso ou processo. E sempre que possível, em termos de comunicação, aplique a regra do faça você mesmo.

O cliente gosta de conversar e ser ouvido pelo mesmo profissional que conquistou a sua confiança no início da relação contratual. Isso mantém as portas abertas para a fidelização e para futuras indicações de clientes.

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Quero conhecer o portal o futuro da advocacia

2. Compartilhamento constante de conhecimento e resultados

É o famoso ditado “quem não é visto não é lembrado”. Você pode ser muito bom no que faz, mas se guardar todo o conhecimento adquirido para si mesmo e não souber disseminar os seus resultados para o público certo, estará longe de consolidar um forte hábito na construção do seu diferencial competitivo na advocacia.

É importante que o seu público-alvo conheça e reconheça tanto a sua capacidade profissional, quanto os resultados que você possa alcançar. É aqui você se diferencia como especialista em determinado ramo do direito ou nicho de mercado.

Se você quer se destacar na sua área de atuação, os seus futuros clientes precisam saber o que faz o seu trabalho ser diferente dos outros.

Para isso existem várias ferramentas e caminhos que você pode adotar para se diferenciar, além de contribuir na construção da sua autoridade na advocacia. Desde o uso inteligente das redes sociais e blogs até a criação de conteúdos diversos com resultados obtidos pelo próprio escritório.

Mas lembre-se de ser original! Entenda que o diferencial competitivo na advocacia é notado nos mínimos detalhes. O cliente prefere um advogado que fala com propriedade de um conteúdo próprio, do que o colega que vive compartilhando posts da página do CNJ na internet.

3. Tecnologia na gestão da advocacia

Ainda existem milhares de colegas advogados adeptos ao mundo do papel e das planilhas do excel. Nada contra! Inclusive muitos profissionais já obtiveram grandes resultados e construíram uma carreira de sucesso antes da era digital.

Mas assim como as relações sociais se transformaram dentro do atual mundo virtual, a advocacia também evoluiu. E quem busca ser reconhecido pelo seu diferencial competitivo na advocacia precisa sair do tradicional e andar de braços dados com a tecnologia na gestão do seu negócio. Quem resistir a isso, infelizmente, mais cedo ou mais tarde, vai encerrar a carreira na temida “vala comum”.

Não estou dizendo para aposentar de vez a papelada do seu escritório, nada disso. Mas entenda que implementar ferramentas tecnológicas na gestão da advocacia, enquanto negócio, vão te dar maior controle e segurança para o seu ofício, bem como permitir a melhor organização do tempo e otimizar a aplicação dos dois pilares anteriores: a qualidade na comunicação com seus clientes e o compartilhamento de conhecimento e resultados.

Exemplo disso é a adoção de um bom software jurídico que permita a gestão da sua advocacia por completo. Aqui no escritório usamos o Astrea como principal ferramenta para controle de casos e processos, agenda e prazos, organização e delegação de tarefas e até gestão financeira.

Como consequência, otimizamos o tempo de trabalho e a nossa comunicação com feedback para os clientes tornou-se bem mais célere, pois temos o escritório na palma das mãos.

Não fique apenas na leitura. Coloque em prática!

Em oportunidades anteriores já contei um pouco da minha trajetória profissional para vocês. Encarar a advocacia particular na condição de tetraplegia exigiu que eu encontrasse rapidamente um diferencial competitivo no mercado jurídico.

Depois que eu defini o nosso nicho de mercado, o público que queríamos alcançar e as áreas de atuação, passamos a priorizar os três pilares citados aqui neste texto. O de dar a atenção que os clientes merecem. De construir a nossa autoridade por meio do compartilhamento de conhecimento e da divulgação de resultados. E de adotar ferramentas de tecnologia para empreender na advocacia.

A título de exemplo, hoje estamos sediados em Belo Horizonte, via escritório virtual, ainda novos no mercado. Mas já temos o privilégio de atender constantemente clientes de todo o Brasil. Pessoas e empresas que pagam por uma consultoria jurídica online, por videoconferência, porque encontram em nosso trabalho algo de diferente.

O que leva um cliente de outra cidade ou estado a optar pelos nossos serviços, em detrimento de outros profissionais da sua região? A resposta está justamente no diferencial competitivo já reconhecido pelo nosso público-alvo.

Bom, se você chegou até aqui na leitura deste artigo é sinal que você também está buscando evoluir. Então prossiga colocando as dicas em prática! O que você tem feito para se destacar e não ser apenas mais um advogado no mercado jurídico? Deixe a sua resposta nos comentários! 😉


3 passos essenciais para o diferencial competitivo na advocacia publicado primeiro em: https://www.aurum.com.br/blog/

Casos de dengue aumentam 149% no Brasil: quais os locais mais afetados?

O número de casos de dengue mais do que dobrou em janeiro de 2019, quando comparado ao mesmo período do ano passado. De acordo com dados do Ministério da Saúde, a quantidade de pessoas provavelmente infectadas pelo vírus saltou de 21 992 para 54 777 – um aumento de 149%, que foi puxado por estados como São Paulo, Tocantins, Paraná e Santa Catarina.

Até o momento, foram registradas cinco mortes: uma em Tocantins, outra em São Paulo, uma terceira no Distrito Federal e mais duas em Goiás.
A Região Sudeste, sozinha, concentrou 60% do total de casos (32 821). Na sequência vem Centro-Oeste (10 827), Norte (5 224), Nordeste (4 105) e Sul (1 800).

A única região do Brasil que apresentou uma queda nos episódios de dengue foi a Centro-Oeste. Apesar de ainda ser muito atacada por esse vírus, transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, ela exibiu uma redução de 5,4% no número de casos – de novo, comparando janeiro de 2019 com o de 2018.

A dengue nos estados

Como dissemos, alguns estados chamam a atenção pelo aumento explosivo no número de habitantes afetados pela dengue em janeiro desse ano. Tocantins, com uma elevação de 1 369% (de 210 para 3 085 casos), lidera a lista.

Pouco atrás vem São Paulo. Em janeiro de 2018, foram 1 450 episódios prováveis, ante 17 004 em 2019 – um aumento de 1 072%.

Já o Paraná saiu de 214 para 1 602 casos de dengue, um acréscimo de 649%. E Santa Catarina, que teve apenas 18 moradores atingidos em janeiro do ano passado, escalou para 134 no mesmo mês de 2019 (644% a mais).

Para acessar os dados de cada estado, clique neste link do Ministério da Saúde. As informações estarão mais para o fim da nota.

O que fazer para evitar a epidemia de dengue

É essencial combater o mosquito Aedes aegypti em qualquer época do ano, embora o verão de fato seja a estação mais propícia para sua proliferação. Claro que as autoridades têm uma parcela de responsabilidade, mas você precisa fazer sua parte.

Ou seja, mantenha tonéis, caixas e barris de água bem fechados, troque a água dos vasos de planta uma vez por semana, deixe garrafas de vidro e latinhas de boca para baixo, guarde pneus em locais cobertos… Enfim, faça de tudo para não eliminar reservatórios de água parada.

Além disso, você pode considerar o uso de repelente e até tomar uma vacina contra a dengue. Só tenha em mente que ela é indicada apenas para quem já sofreu com a doença uma vez na vida.

Recentemente, o Ministério da Saúde fez uma transmissão ao vivo no Facebook chamando atenção para os casos de dengue e as formas de evitar a sua transmissão. Confira:

Casos de chikungunya e zika

Aqui as notícias são melhores. Houve uma redução de 51% nos casos de chikungunya, comparando dados de janeiro a 2 de fevereiro de 2019 com o mesmo período de 2018. A queda foi de 8 508 para 4 149 brasileiros infectados.

Já o zika encolheu 18%. Ele saiu de 776 casos em 2018 para 630 este ano.


Casos de dengue aumentam 149% no Brasil: quais os locais mais afetados? publicado primeiro em: https://saude.abril.com.br

Armas, gênero e índios, zona de conforto de Bolsonaro, não bastam

A zona de conforto do capitão-mor Jair Bolsonaro são as armas, as questões de gênero, os índios e o meio ambiente. Destes temas, ele fala com desenvoltura e de forma genuína, pois diz o que pensa e o que seu eleitorado quer ouvir.

Tanto que, na campanha eleitoral, adotou uma fórmula criativa. Na contramão do que ensinaria qualquer marqueteiro, confessou que não entendia de economia.

Quando o tema fosse gestão pública ou congênere, o script determinava que o Posto Ipiranga falasse pelo candidato.

 

Posto Ipiranga

A estratégia eleitoral deu certo. Bolsonaro venceu a eleição com 57,7 milhões de votos (39,23% do eleitorado).

Com a posse, ficou claro que não se tratava apenas de retórica de campanha. Ele, de fato, não entende de economia.

Mas, entendendo ou não, cabe ao presidente tomar as decisões. Eis que o candidato descobriu que presidente da República manda pra caramba.

Já o economista de estimação, Paulo Guedes, de alcunha Posto Ipiranga, empossado ministro percebeu que sua caneta Bic não tem tinta. Num regime extremamente centralizado, cabe ao principal mandatário tomar todas as decisões importantes. E, até mesmo, as não importantes.

Ocorre que Bolsonaro preparou-se para vencer as eleições, não para governar. Além disso, ele não tinha um partido forte para lhe dar respaldo, como soeu acontecer com FHC (PSDB) e Lula (PT) – que tampouco entendiam de economia.

 

Acidente eleitoral

A eleição do milico-deputado era improvável. Quase ninguém se preparou para uma mudança tão radical quanto a que vivenciamos em 2019, fim de um ciclo de 24 anos de mando à esquerda. Nem mesmo ele.

Próximo das eleições de 7 de outubro, as pesquisas de intenção de voto indicavam que Bolsonaro perderia para os demais candidatos no segundo turno. Em que pese a tendência acadêmica de achar que nada na política acontece por acaso, a eleição de Bolsonaro foi um acidente.

A vitória de Bolsonaro aconteceu porque a Lava-Jato foi bem-sucedida, porque Lula estava preso, porque a esquerda se dividiu, porque o PSDB se desmilinguiu, porque parte expressiva dos eleitores odeia o PT, porque Dilma Rousseff fez um governo desastroso e foi deposta, porque muita gente tinha medo das políticas de gênero, porque ninguém suporta mais a insegurança, por conta da patrulha do politicamente correto, porque Bolsonaro percebeu tudo isto, porque a maioria da cidadania é conservadora, etc. etc.

 

Disso eu entendo

E daí com a zona de conforto bolsonariana? Daí que Bolsonaro não fez como outros presidentes, que se aprofundaram nos meandros da administração pública. Diferente de Lula e FHC, que, ademais, lideravam partidos estruturados e ideológicos.

Esnobado pelo establishment político, escarnecido pela mídia, ignorou todos. Chamou um economista de direita disponível, deu-lhe superpoderes, arrumou-lhe um epíteto marqueteiro (Posto Ipiranga) e foi cuidar de angariar votos nos terrenos que lhe rendem votos. Ou seja, armas, família, índios, meio ambiente e pederastia.

Não ter que falar de economia durante a eleição trouxe dupla vantagem. Primeiro, providenciou uma salvaguarda, já que evitaria discorrer sobre o que, assumidamente, ele não entende. Paulo Guedes “conhece muito, mas muito mais de economia do que eu”, reconheceu o presidente.

Segundo, deixou o terreno livre para expressar seu pensamento genuíno, onde não precisa representar. Basta ser ele mesmo.

Mas acabou o treino; a bola está rolando. Se cumprir as promessas, o capitão-mor deverá facilitar a posse de armas, restringir a ação de ambientalistas, defenestrar petistas e jogar pesado contra marginais e meliantes do erário.

 

Deixa o Posto falar

Mas o que dizer sobre o tal do IOF? E a idade mínima para se aposentar? E a venda de empresas?

As falas do novo mandatário mostram um vai-e-vem de quem não tem familiaridade com os temas. Tampouco se preocupou em estudar.

Foi assim com a reforma da previdência (repleta de idas e vindas, antes de ser formalizada) e com as empresas públicas (às vezes privatiza, outras deixa como está).

No caso do IOF e do IR foi pior, pois evidenciou improviso inimaginável num tema sensível como tributos. Como fica a imagem de um presidente que é desmentido por um assessor de segundo escalão?

Talvez mais prudente para Bolsonaro seja resgatar a sacada marqueteira da campanha eleitoral e deixar para Paulo Guedes os anúncios econômicos. O presidente ficaria, então, à vontade para falar de temas sobre os quais tem opinião formada.

Antes dos anúncios, reunir-se-ia com o dono do Posto. Como presidente, teria a primazia da última palavra e de antecipar as notícias. Ao seu gosto, pelas redes sociais ou para emissoras amigas.

Certo é que, se não mudar o rumo da prosa presidencial, Bolsonaro vai se enroscar na comunicação, item de primeira necessidade dum governo democrático – noves fora os rebentos malcriados. Ironia para quem solapou o marketing consagrado pelos adversários e pela mídia, mostrando que, em tempos de internet, quem tem um smartphone na mão e uma ideia na ponta dos dedos, derrota os Golias tradicionais.

Para tanto, Bolsonaro precisa assumir o leme ou determinar quem pode manuseá-lo. Como se fora um capitão de navio. Que, por enquanto, parece ao léu.

 

* Itamar Garcez é jornalista

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Quais são os principais tipos de psicoterapia?

Irritação, cansaço, tristeza e ansiedade constantes afetam para valer a qualidade de vida. Esão indícios claros da necessidade de uma consulta com o psicólogo ou psiquiatra (embora mesmo quem não sofra com essas questões possa se beneficiar de uma sessão).

Na hora de ir atrás de um profissional, é importante conferir seu currículo e o histórico. Além disso, conhecer a linha psicoterápica dele é uma boa para saber se ela se encaixa ao seu perfil.

Saiba mais sobre as principais vertentes da psicoterapia nos tópicos abaixo:

Cognitivo-comportamental

Amparada nas evidências científicas mais robustas, essa linha terapêutica leva em consideração a influência dos pensamentos em relação aos comportamentos. “Por meio dessa análise construída num esforço conjunto, nós conseguimos modificar o raciocínio do indivíduo sobre algumas questões, o que leva a mudanças na forma como ele interage com o mundo e com os outros”, explica o psicólogo Wilson Vieira Melo, presidente eleito da Federação Brasileira de Terapias Cognitivas.

Vamos tomar como exemplo um sujeito com ansiedade generalizada, que convive com uma sensação constante de que algo vai dar errado a qualquer minuto e tudo vai fugir de seu controle. Aos poucos, as sessões evidenciam que tal sentimento não faz sentido algum e que essa preocupação excessiva não traz um ganho sequer, muito pelo contrário. Essa transformação no modo de encarar as coisas, por si só, já vai trazer um alívio considerável da chateação.

Outra característica marcante desse tratamento criado na década de 1960 é a sua objetividade. “Ele tem um foco, e todos os esforços são concentrados para solucionar aquele ponto, inclusive com o estabelecimento de metas e prazos”, diz o médico Antônio Geraldo da Silva, diretor da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP).

Para quem é indicada: trata-se do método com o maior número de estudos sobre sua eficácia. Tem comprovação para tratar depressão, transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), transtorno de ansiedade generalizada, transtornos alimentares (bulimia e anorexia), estresse crônico e traumas.

Interpessoal

Também conhecida por “terapia de alto contato”, foi criada em 1969 por uma equipe de psicólogos capitaneada por Gerald Klerman e Myrna Weissman, da Universidade Yale, nos Estados Unidos. As sessões têm um prazo curto e costumam durar, no máximo, de 12 a 16 semanas, período em que um único problema é observado e tratado.

Baseada na ideia de que as conexões com os outros e as circunstâncias da vida impactam diretamente o humor, e vice-versa, ela mescla conceitos da terapia cognitivo-comportamental com algumas pitadas dos métodos psicanalíticos.

Como existem muitas pesquisas sobre essa intervenção, ela é uma das únicas que fazem parte do currículo obrigatório de ensino e treinamento nas residências de psiquiatria das faculdades de medicina americanas.

O ponto central aqui está na forma de interagir da pessoa com o mundo ao seu redor. “Nós chamamos a atenção para alguns padrões de relacionamento que o paciente estabelece no dia a dia e nem percebe”, resume Rodrigo Grassi-Oliveira.

Ela foi originalmente desenhada para o combate à depressão de adultos, mas aos poucos acabou adaptada para outros transtornos e faixas etárias, com destaque para situações que atormentam adolescentes e idosos.

Para quem é indicada: Além da depressão, é aplicada nos transtornos de ansiedade e nos diversos graus da desordem bipolar. Destina-se tanto a jovens como a sujeitos mais velhos.

Comportamental

Se a terapia cognitivo-comportamental leva muito em conta o raciocínio e o processamento mental, essa linha está vinculada totalmente às questões do comportamento — como, aliás, seu próprio nome revela. O objetivo aqui é desvendar a razão de certas condutas e como o ambiente interfere nessas experiências.

Desenvolvido ao longo do século 20 por pesquisadores dos Estados Unidos, da Inglaterra e da África do Sul, o tratamento é prático e tenta eliminar determinados hábitos negativos, ao mesmo tempo que reforça aqueles que são desejáveis. Por meio de estratégias de aprendizado, a proposta é transformar a forma de reagir do paciente diante de determinadas situações.

Para quem tem TOC, por exemplo, é extremamente complicado abandonar velhos rituais, como lavar as mãos compulsivamente ou apertar o interruptor de luz diversas vezes antes de sair de casa. O sujeito está acostumado a fazer essas ações e imagina que acontecerá um desastre se desistir delas. Ao mesmo tempo, essa repetição toda abala sua vida e causa uma enorme ansiedade.

O terapeuta atua para desmontar todos esses conceitos paulatinamente, sugerindo mudanças no dia a dia e conversando sobre eles.

Para quem é indicada: Há provas de que a terapia comportamental auxilia no TOC e no transtorno do espectro autista. Algumas pesquisas menores indicam que ela pode tratar fobias específicas, transtornos alimentares, dependência química e estresse pós-traumático.

Psicanálise

Uma das primeiras a mergulhar a fundo na psique humana, ela acumulou milhares de seguidores e detratores ao longo da história. Inaugurado por Freud, esse conjunto de teorias tem como premissa a investigação dos processos mentais conscientes e inconscientes.

“Nas sessões, é permitido que o paciente fale sem restrições, visando a introspecção e o exame de suas características mais profundas e intensas”, define o psicólogo e professor da USP Rogério Lerner, da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo.

Engana-se quem pensa que essa intervenção esteja interessada apenas em remoer o passado para conectar esses episódios antigos com traumas e transtornos. “Isso é um estereótipo. Nós estamos preocupados com o que atrapalha o presente”, desmitifica Lerner.

Diferentemente das outras opções terapêuticas, que são mais focadas e objetivas, a proposta está em realizar avaliações holísticas, que não levem em conta apenas um punhado de sintomas, mas o sujeito como um todo.

Como trilhou o caminho das ciências sociais e das humanidades, a psicanálise reúne hoje uma menor quantidade de pesquisas científicas quando comparada a suas primas-irmãs e, não raro, é encarada com ceticismo por alguns profissionais de saúde.

Para quem é indicada: não há consenso se a psicanálise tem atuação certeira contra esse ou aquele distúrbio. De forma geral, ela está indicada para quem procura aprimorar seu autoconhecimento, esteja numa crise ou não.

Outras vertentes

Arteterapia

Lápis, pincel, tinta, tela e demais recursos são ferramentas para externar as emoções sem precisar necessariamente da fala. A expressão audiovisual vira um meio para acessar o inconsciente e interpretar os sentimentos, que muitas vezes não aparecem de outras formas convencionais.

É curioso notar como alguns dos pintores mais talentosos da história, como o holandês Vincent van Gogh (1853- -1890), tinham transtornos mentais e faziam da arte a manifestação de suas psicoses.

Dramaterapia

Vale-se do processo teatral ao interpretar determinadas passagens que refletem algo de relevante na vida do paciente ou no seu processo de autoconhecimento. Ao assumir outra personalidade temporariamente, o sujeito se vê distante de si e consegue analisar seu contexto sob outro olhar.

Ela pode ser realizada individualmente, mas é comum (e desejável) que seja praticada ao menos em dupla ou com um grupo de apoio para facilitar a dramatização.

Ludoterapia

É a adaptação de muitas das abordagens, como a psicanálise e a terapia cognitivo-comportamental, para o universo infantil. Leva em conta a ideia de que o ato de brincar é a forma como a criança transmite seus sentimentos automaticamente e alivia a tensão, a agressividade e o medo. Serve tanto para o diagnóstico das doenças quanto para o tratamento. É possível utilizar brinquedos físicos e inventar histórias fictícias com um propósito.

Constelação familiar

Ganhou os holofotes quando foi incluída no grupo de terapias alternativas oferecidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Bolada pelo terapeuta alemão Bert Hellinger durante serviços missionários na África do Sul, recorre a um intrincado sistema de símbolos e representações teatrais para analisar a dinâmica entre os diversos membros de um grupo ou de uma família, de modo a discutir e, se possível, melhorar o relacionamento entre eles.

Animalterapia

O contato próximo com cachorros, gatos, tartarugas, cavalos e outros bichos alegra e acalma. Além disso, cuidar de um pet promove a criação de laços de afeto interessantes para o bem-estar do paciente com diversas doenças, como o TOC e o autismo.

A pioneira na aplicação dessa modalidade foi a psiquiatra brasileira Nise da Silveira (1905-1999), referência mundial na humanização dos antigos hospícios e manicômios.

Biofeedback

O especialista utiliza equipamentos para fazer medidas do organismo, como a pressão arterial, a temperatura corporal, os batimentos cardíacos, o ritmo da respiração e a tensão muscular. Daí ele avalia como esses parâmetros se modificam diante das mais variadas situações e sugere mudanças no modo de encarar as coisas.

O objetivo é promover o relaxamento e aplacar o estresse, que está na origem de muitas das contendas psicológicas.

Consulta numa tela?

O Conselho Federal de Psicologia (CFP) acaba de atualizar suas diretrizes e agora permite que os profissionais da área realizem o atendimento em plataformas digitais como WhatsApp e Skype. “Não podemos ignorar a época em que vivemos e o papel da tecnologia. O que fizemos foi justamente regulamentar e criar regras para algo que já era praticado informalmente”, avalia Paulo Aguiar, da CFP.

Se, por um lado, a medida aumenta o acesso aos tratamentos, por outro, pode mascarar sintomas observados por meio de gestos, da postura e da entonação da voz. “O meio eletrônico é um complemento, mas não substitui o contato pessoal”, acredita Hélio Deliberador, supervisor da Clínica-Escola de Psicologia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

Leia mais: Terapia online: os benefícios e os cuidados dessa nova tendência

E onde entram os remédios?

Junto com a psicoterapia, eles formam o pilar da recuperação na maioria das desordens mentais. “Um potencializa o outro e, juntos, trazem benefícios ainda maiores”, ressalta o psicólogo Leandro Fernandes Malloy-Diniz, da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais.

Os fármacos agem diretamente na química cerebral, reequilibrando os níveis dos neurotransmissores, substâncias que regulam a comunicação entre os neurônios. Os comprimidos ou gotas precisam da prescrição do médico, que vai orientar sobre a dosagem e o tempo de uso.

Para evitar efeitos adversos, nunca tome por conta própria.


Quais são os principais tipos de psicoterapia? publicado primeiro em: https://saude.abril.com.br

Monday, February 25, 2019

Os 5 mais importantes princípios do direito empresarial

A ideia de estudar os princípios do direito empresarial sempre rememora o começo da faculdade e as aulas teóricas e densas, normalmente fora do dia a dia forense. Contudo, a visão que pretendo passar no texto de hoje é, justamente, o oposto. O objetivo é tratar de princípios de uma outra maneira e mostrar a sua importância para os advogados.

Não pretendo esmiuçar todas as nuances do Direito Empresarial, mas buscar seus principais e mais importantes princípios – na minha visão. E, para completar, traçar um paralelo com a advocacia no dia a dia.

5 princípios do direito empresarial

Abaixo, relacionei os principais princípios do direito empresarial. Confira como cada um deles se aplica no dia a dia de advogados:

1. Sociedade empresária

Talvez o primeiro dos princípios do direito empresarial – ou dos conceitos fundamentais para entender o Direito Empresarial – é o de sociedade empresária.

O conceito de sociedade empresária está previsto nos artigos 982 e 966 do Código Civil. Considera “empresária” a sociedade de quem exerce atividade própria de empresário. Ou seja, daquele que realiza profissionalmente atividade econômica organizada para a produção ou a circulação de bens ou de serviços. Abaixo falarei mais sobre o termo. 😉

Por outro lado, o conceito de empresa é a organização voltada para a produção de bens, circulação de riquezas ou prestação de serviços. Busca sempre a finalidade econômica, com a obtenção de lucros como principal objetivo. (RIZZARDO, 2014, p. 53)

2. Empresário

Seguindo a lista de princípios do direito empresarial, falarei sobre o conceito de “empresário”, que diariamente é misturado ao anterior, seja pela mídia, ou até mesmo por nós, operadores do direito.

A definição mescla os conceitos dos artigos 982 e 966 do CC/2002. Define como aquela pessoa, natural ou jurídica, que, por meio de atividade eminentemente em caráter profissional, exerça qualquer atividade econômica no campo do direito privado, superando a antiga figura do comerciante. (RIZZARDO, 2014, p. 54)

3. Profissionalismo

Outro do princípio do direito empresarial muito utilizado para entender os demais conceitos acima é o de profissionalismo.

Profissionalismo é o exercício profissional associado com a habitualidade. Não se considera profissional quem realiza tarefas de modo esporádico. Não será empresário, por conseguinte, aquele que organizar episodicamente a produção de certa mercadoria.

Já a pessoalidade é quando o empresário, no exercício da atividade empresarial, gera empregos que produzem e fazem circular bens.

Isso tudo mediante a exploração de atividade que vise lucro, organizada de uma maneira em que se encontram articulados, pelo empresário, os quatro fatores de produção: capital, mão de obra, insumos e tecnologia.

Por fim, a circulação e produção de bens é a atividade de indústria, por exemplo e de comércio. (COELHO, 2016, p. 14/16).

4. Função social da empresa

Além dos que já falei, um dos princípios do Direito Empresarial muito discutido é o da função social da empresa. Segundo Fábio Konder Comparato, independente do caráter privado, a atividade empresarial desenvolvida pelas sociedades empresárias, a função social faz a empresa assumir também uma responsabilidade de cunho comunitário. (COMPARATO, 1995, p. 38)

Nada obstante, o estudo da função social da empresa não deve ser utilizado apenas como argumento retórico. Deve vir acompanhado do aprofundamento da investigação e descrição das múltiplas funções e utilidades da atividade empresarial, de modo que se verifique o interesse a ser tutelado pela sociedade empresária.

5. Livre iniciativa

Acho importante compartilhar também um princípio constitucional do direito empresarial, previsto no caput do art. 170 da Constituição Federal. O princípio da liberdade de iniciativa.

É considerado como direito fundamental pelo fato de permitir ao cidadão o direito de acesso à produção de bens e serviços por conta, risco e iniciativa própria do cidadão que empreende qualquer atividade econômica.

Outros princípios fundamentais

Os princípios acima citados são fundamentais para o conhecimento do direito empresarial como um todo. É importante citar também os princípios da livre concorrência e da propriedade privada, que caminham ao lado dos já citados.

Além disso, existem os princípios específicos de cada ramo do direito comercial, como princípios do direito societário e do direito falimentar.

Conclusão

A prática de estudar os princípios do direito empresarial fornece ao operador do direito, em especial ao advogado, o conhecimento da essência do direito. Isso permite um entendimento de todo o sistema, não apenas de simples regras jurídicas.

Hoje em dia, o advogado moderno necessita ver todo o sistema, não apenas uma situação específica. E é apenas com o entendimento dos princípios é que este fato torna-se possível.

E para te ajudar ainda mais a se preparar para as novidades do mercado, lançamos o portal O Futuro da Advocacia. Nele, você tem acesso a conteúdos gratuitos e aprofundados sobre temas que vão contribuir para que o seu trabalho tenha cada vez mais excelência e para que você conquiste mais e melhores clientes. 😉

Quero conhecer o portal o futuro da advocacia

Isso porque todo o sistema jurídico é composto de regras e princípios, devendo o operador do direito conhecê-los e criar habilitação para manejá-los. Este fato no direito empresarial é de suma importância, pois a compreensão do todo é fundamental quando os casos são únicos e de extrema complexidade.

Qual princípio do direito empresarial você acha mais importante? Deixe a sua opinião ou dúvidas nos comentários! 😉


Os 5 mais importantes princípios do direito empresarial publicado primeiro em: https://www.aurum.com.br/blog/

Os 5 mais importantes princípios do direito empresarial

A ideia de estudar os princípios do direito empresarial sempre rememora o começo da faculdade e as aulas teóricas e densas, normalmente fora do dia a dia forense. Contudo, a visão que pretendo passar no texto de hoje é, justamente, o oposto. O objetivo é tratar de princípios de uma outra maneira e mostrar a sua importância para os advogados.

Não pretendo esmiuçar todas as nuances do Direito Empresarial, mas buscar seus principais e mais importantes princípios – na minha visão. E, para completar, traçar um paralelo com a advocacia no dia a dia.

5 princípios do direito empresarial

Abaixo, relacionei os principais princípios do direito empresarial. Confira como cada um deles se aplica no dia a dia de advogados:

1. Sociedade empresária

Talvez o primeiro dos princípios do direito empresarial – ou dos conceitos fundamentais para entender o Direito Empresarial – é o de sociedade empresária.

O conceito de sociedade empresária está previsto nos artigos 982 e 966 do Código Civil. Considera “empresária” a sociedade de quem exerce atividade própria de empresário. Ou seja, daquele que realiza profissionalmente atividade econômica organizada para a produção ou a circulação de bens ou de serviços. Abaixo falarei mais sobre o termo. 😉

Por outro lado, o conceito de empresa é a organização voltada para a produção de bens, circulação de riquezas ou prestação de serviços. Busca sempre a finalidade econômica, com a obtenção de lucros como principal objetivo. (RIZZARDO, 2014, p. 53)

2. Empresário

Seguindo a lista de princípios do direito empresarial, falarei sobre o conceito de “empresário”, que diariamente é misturado ao anterior, seja pela mídia, ou até mesmo por nós, operadores do direito.

A definição mescla os conceitos dos artigos 982 e 966 do CC/2002. Define como aquela pessoa, natural ou jurídica, que, por meio de atividade eminentemente em caráter profissional, exerça qualquer atividade econômica no campo do direito privado, superando a antiga figura do comerciante. (RIZZARDO, 2014, p. 54)

3. Profissionalismo

Outro do princípio do direito empresarial muito utilizado para entender os demais conceitos acima é o de profissionalismo.

Profissionalismo é o exercício profissional associado com a habitualidade. Não se considera profissional quem realiza tarefas de modo esporádico. Não será empresário, por conseguinte, aquele que organizar episodicamente a produção de certa mercadoria.

Já a pessoalidade é quando o empresário, no exercício da atividade empresarial, gera empregos que produzem e fazem circular bens.

Isso tudo mediante a exploração de atividade que vise lucro, organizada de uma maneira em que se encontram articulados, pelo empresário, os quatro fatores de produção: capital, mão de obra, insumos e tecnologia.

Por fim, a circulação e produção de bens é a atividade de indústria, por exemplo e de comércio. (COELHO, 2016, p. 14/16).

4. Função social da empresa

Além dos que já falei, um dos princípios do Direito Empresarial muito discutido é o da função social da empresa. Segundo Fábio Konder Comparato, independente do caráter privado, a atividade empresarial desenvolvida pelas sociedades empresárias, a função social faz a empresa assumir também uma responsabilidade de cunho comunitário. (COMPARATO, 1995, p. 38)

Nada obstante, o estudo da função social da empresa não deve ser utilizado apenas como argumento retórico. Deve vir acompanhado do aprofundamento da investigação e descrição das múltiplas funções e utilidades da atividade empresarial, de modo que se verifique o interesse a ser tutelado pela sociedade empresária.

5. Livre iniciativa

Acho importante compartilhar também um princípio constitucional do direito empresarial, previsto no caput do art. 170 da Constituição Federal. O princípio da liberdade de iniciativa.

É considerado como direito fundamental pelo fato de permitir ao cidadão o direito de acesso à produção de bens e serviços por conta, risco e iniciativa própria do cidadão que empreende qualquer atividade econômica.

Outros princípios fundamentais

Os princípios acima citados são fundamentais para o conhecimento do direito empresarial como um todo. É importante citar também os princípios da livre concorrência e da propriedade privada, que caminham ao lado dos já citados.

Além disso, existem os princípios específicos de cada ramo do direito comercial, como princípios do direito societário e do direito falimentar.

Conclusão

A prática de estudar os princípios do direito empresarial fornece ao operador do direito, em especial ao advogado, o conhecimento da essência do direito. Isso permite um entendimento de todo o sistema, não apenas de simples regras jurídicas.

Hoje em dia, o advogado moderno necessita ver todo o sistema, não apenas uma situação específica. E é apenas com o entendimento dos princípios é que este fato torna-se possível.

E para te ajudar ainda mais a se preparar para as novidades do mercado, lançamos o portal O Futuro da Advocacia. Nele, você tem acesso a conteúdos gratuitos e aprofundados sobre temas que vão contribuir para que o seu trabalho tenha cada vez mais excelência e para que você conquiste mais e melhores clientes. 😉

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Isso porque todo o sistema jurídico é composto de regras e princípios, devendo o operador do direito conhecê-los e criar habilitação para manejá-los. Este fato no direito empresarial é de suma importância, pois a compreensão do todo é fundamental quando os casos são únicos e de extrema complexidade.

Qual princípio do direito empresarial você acha mais importante? Deixe a sua opinião ou dúvidas nos comentários! 😉


Os 5 mais importantes princípios do direito empresarial publicado primeiro em: https://www.aurum.com.br/blog/